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Os 3 princípios da Economia Circular



Todos sabemos que a Economia Circular propõe uma mudança de paradigma econômico que procura substituir a economia linear que conhecemos, e que foi estabelecida desde a Segunda Guerra Mundial, com a ajuda de ferramentas publicitárias e de marketing com o objetivo de satisfazer as necessidades.

Mas qual é o contraponto dessa promoção do consumo? Temos agora mais informação e entendemos que a extração de recursos para produção dentro de um sistema linear (produção, utilização e eliminação) já não é sustentável.

Os princípios que regem a proposta da Economia Circular vão para além do conceito de reciclagem.

Princípio número 1: Eliminar o desperdício e reduzir a poluição desde o projeto.

O principal é criar novas unidades de negócio, não só para gerar um produto com um impacto positivo mas também para desenvolver uma estratégia que seja rentável. No caso de Animaná, uma marca de vestuário com uma finalidade sustentável, desenhou-se uma estratégia baseada na utilização de fibras naturais, artesanato e com um desenho contemporâneo em sua cadeia de valor.

Princípio número 2: Manter os materiais e produtos em uso.

O alcance da mudança de paradigma estende-se a uma nova mentalidade do consumidor. Não é necessário ter o modelo mais recente, mas que o produto funcione. Num presente globalizado e digitalizado, um novo comportamento é gerado onde os produtos podem tornar-se serviços. No caso de Animaná, foram desenvolvidos produtos duráveis e de qualidade para prolongar a sua vida útil.

Princípio número 3: Regenerar os sistemas naturais.

A produção é abordada a partir de um quadro conceitual integrado, procurando construir um ciclo fechado semelhante ao que existe na natureza, onde não há desperdícios mas onde cada fase tem em conta a seguinte. Os custos de extração podem ser reduzidos com uma estratégia de impacto positivo, uma vez que Animaná se aplica através da sua aliança com cooperativas, artesãos e outros produtores locais que utilizam fibras naturais.

Estamos sem dúvida perante uma transformação do setor industrial, mas também uma transformação do nosso padrão de consumo, onde, com uma nova consciência, temos a possibilidade de promover ações circulares, como a reutilização através da venda em segunda mão ou através do papel do produtor, o qual oferece serviços de reparação para prolongar a vida útil dos produtos. A empresa continua proprietária do produto e vende o serviço.







Fonte:


Animaná y el sueño de una moda sostenible. Disponível em: https://animanaonline.com.ar/pages/proyecto-animana-1 [acesso em24 de Janeiro de 2022].


Curso introducción a la economía circular. La economía circular como un marco integrador. Universidad Politécnica de Madrid. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=KjsOgHR3gMc [acesso em 19 de Janeiro de 2022]



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